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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Mudei de ideia de novo: dessa vez, em definitivo


Quem leu minhas postagens anteriores deve ter percebido que o meu propósito inicial ao me inscrever no Ciência sem Fronteiras era me inscrever para os Estados Unidos. Ao longo do caminho acabei mudando de ideia e me inscrevendo na Austrália e depois fiquei em dúvidas devido aos meus IELTS results. Explico: a Austrália pede 6.0 em todas as bandas para ser aprovado direto, sem curso de inglês. Consegui mais que essa média em tudo, exceto no listening, onde tirei 5.5. Isso me faria depender da boa vontade do governo, que já cortou o meu curso da lista. Também levei em conta o preço do visto (R$980 + viagem até o consulado + exame médico em profissional conveniado + taxa dos Correios para entregar seu passaporte).

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Esclarecimento de dúvidas - Ciência com Fronteiras

Devido as muitas dúvidas que têm surgido sobre o Ciência COM Fronteiras e o que o resultado da ação significa, eu, que sou um dos líderes do movimento resolvi fazer um chat ao vivo aqui nesta sexta (21), às 16 horas. Na ocasião, estarei de prontidão ao longo de uma hora para responder a todos que ainda possam estar com dúvidas.
 
Para participar, volte a este post na data e na hora marcada. 

IELTS: minha experiência e como estudar


É muito bom sair de uma prova com a sensação gostosa de que você deu o seu melhor e que ele pode ser o suficiente. Foi assim que saí do IELTS nesse sábado (08): com a sensação de dever cumprido. Não posso dizer, é claro, que tirei uma nota alta - aliás, esse teste serviu pra me alertar que preciso sim voltar a estudar inglês o quanto antes -, mas acho que vou conseguir o meu tão sonhado 6.0.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Não desistimos sem lutar



Se você vai tentar o Ciência sem Fronteiras e não vive em uma caverna, provavelmente deve estar sabendo da polêmica do corte de cursos por parte da Capes/CNPq. Também deve saber que eu fui assunto em quase todos os jornais desse país.

Explico. No dia 20, mais uma chamada do programa foi aberta. Todos estavam na expectativa, eu então nem se fala. Eis que surge a surpresa: o Ministério da Educação simplesmente cortou cerca de 24 cursos do edital, inclusive o meu. Estudantes de Jornalismo (meu caso), Publicidade, Belas Artes, Produção Audiovisual, Midialogia, Enfermagem, Fisioterapia, Rádio & TV, Psicologia entre outros foram todos impedidos de participar. E vocês acharam que eu ia deixar assim?

Eu sempre digo: jornalista é ferrado, mas não tá sozinho. Eis então que mobilizei um grupo no Facebook de nome "Ciência com Fronteiras" para protestar contra a decisão. E, é claro, não sou só de ficar mimizando em rede social e junto com a Thaís Esmeraldo, que felizmente tem uma mãe juíza e uma tia procuradora da República, ajuizamos um processo administrativo contra o MEC, o CNPq e a Capes. Paralelo, liguei pra todos os colegas em redação que tenho e eis aqui uma amostra do resultado:

sábado, 17 de novembro de 2012

Não, eu não passei na Chamada 119/2012 da Austrália e vou dizer o porquê


Primeiramente, desculpem por abandonar o blog. Não vou dizer que foi falta de tempo porque - embora eu esteja sim, com o tempo mega corrido - na verdade tinha esquecido que esse blog existia. Sim, me julguem. Então, hoje eu vou falar porque eu não fui selecionado no CsF.

De acordo com a reunião da Capes/CNPq dessa semana, das 1000 vagas disponíveis para a Austrália,   pouco mais de 300 foram ocupadas. Ou seja, se eu tivesse mandado meu TOEFL, era quase certeza de que seria mesmo selecionado. A questão é que vocês devem se lembrar que o coordenador do TOEFL aqui em BH me enganou em dois momentos:

- Disse que eu poderia consultar meu resultado pela internet e mandar isso pro CNPq;
- Disse que eu tinha que pagar uma taxa de US$50 porque tinha feito minha inscrição fora do prazo.

Entrei em contato com a ETS e essa taxa nunca existiu. Mais: os resultados demorariam cerca de 5 semanas para chegarem e não seria possível consultá-los pela internet. Bem, nesse meio tempo perdi minha carteira com todos os meus documentos, o que me fez bloquear o cartão de crédito que estava lá e que coincidentemente foi o que eu usei pra debitar meu exame.

Os dias foram passando, a coisa foi ficando feia porque eu não recebia meu novo cartão e o prazo só apertava. Por fim, liguei pro cara. Vocês vão rir da resposta dele. ¬¬

Lá fui eu mandar o seguinte e-mail pro cara (por alguma razão ele pediu que eu escrevesse em inglês e eu tô com preguiça de traduzir, se virem). Cliquem na imagem para ampliar. E, é óbvio, eu apaguei os dados financeiros do meu pai.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Considerações a respeito do Ciência sem Fronteiras


Quase um mês depois de ter me inscrito no Ciência sem Fronteiras e ter realizado o TOEFL, chegamos a um balanço do processo até agora. Para começar, é importante destacar a incrível inaptidão da central de atendimento do CNPq/Capes para responder a dúvidas dos candidatos: os atendentes sempre repassam sua informação para "o nível superior" e a resposta que chega no seu e-mail, quase sempre, é um copy and paste do edital que a gente já tá careca de saber.

domingo, 19 de agosto de 2012

Como estudar para o TOEFL iBT


Hoje eu quero falar sobre como estudar para o maldito TOEFL. Como vocês devem saber, ser fluente não é o mesmo que ter bom inglês acadêmico. 

Eu me considero fluente em inglês, consigo me comunicar sem ficar pensando demais na tradução da palavra x, na conjugação da expressão Y. Mas isso é bem diferente de ter inglês acadêmico, que é dominar com precisão o vocabulário utilizado dentro de uma universidade e saber de cor e salteado como montar frases da forma mais formal, limpa e sólida possível. Saber falar tá longe de te deixar apto para escrever um ensaio de 1000 palavras sobre a variação das ondas eletromagnéticas em ambientes à vácuo, entendeu?